Home Amazonas PRECISAVA ATIRAR NO PESCOÇO E MATAR A THALIA OLIVEIRA?

Rio Preto da Eva e o Amazonas ainda tentam entender, porque um policial atira no pescoço de uma jovem de 18 anos, desarmada, na garupa de uma moto, e acaba com a vida de uma pessoa que sequer começou a caminhada neste mundo. Thalia Oliveira foi assassinada por um PM após o namorado dela furar uma blitz. Sem dúvida, o namorado estava errado. Mas, até que se prove o contrário, não é essa a reação que se espera de um profissional armado, preparado, treinado e pago pela sociedade para manter a ordem.

INDIGNAÇÃO

Nas redes sociais, amigos, parentes e até a Prefeitura de Rio Preto da Eva se manifestaram sobre o caso, um dos mais difíceis de se entender. “Só queria saber o porque de você ter recebido uma sentença dessas. Queria saber que mal você fez pra alguém, que crime você cometeu pra esse maldito fazer isso com você”. O desabafo é de um amigo nas redes sociais da vítima. Assim, como ele, também queremos saber. Se no Brasil nem o pior dos crimes é pago com pena de morte, porque furar uma barreira policial é motivo para uma execução sumária?

ORDEM

Agora o caso segue para investigações. O policial foi afastado, a família ficará no luto eterno e a vida da moça jamais voltará. É preciso que uma resposta seja dada tanto a parentes e amigos, quanto à sociedade. Se por algum motivo uma pessoa tiver um comportamento suspeito, está autorizado matar? Mesmo que como no caso da jovem, nem seja ela quem teve o poder de decisão de acelerar ou frear o veículo? Fica a pergunta para quem for de direito responder.

Fonte: Maskate

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